Cheguei em León e o professor Álvarez me buscou e me levou para o local onde estou hospedado. Depois disso, ele
combinou de encontrar ali comigo em 2 horas para que andássemos por León e eu
começasse a ver como era, além de que ele
não achava prudente eu dormir antes do comum aqui e atrapalhasse meu sono.
Cheguei no local, tomei um banho, tudo um pouco diferente,
no banheiro, etc. mas nada que eu não pudesse compreender sozinho. Desci e encontrei
com ele as 20h, que aqui é ainda claro. Começamos a andar, e ele me mostrou a
catedral de León, muito bela, o Arco de la Cárcel, um ponto de referência, a
basílica de San Isidoro, e tantas outras coisas, mas só por fora. Fomos direto
a um bar para pedir uma caña (uma dose de cerveja, não sei ao certo quantos
ml). Descobri que em León a cada caña, vinho, ou outra bebida que
pede, ganha uma tapa (uma porção individual que acompanha), assim que comes muito ao tomar
várias cañas.
A primeira impressão de León foi boa... Cidade média, dá para andar a pé, muitos bares, turistas, estudantes, bem movimentada... No dia seguinte fui conhecer a Universidad, os
departamentos, as pessoas, e também meu colega de moradia (o professor me
apresentou a este aluno de Zoología que está no fim do doutorado e disse que
tinha uma nova moradia, assim que pude ir e conhecer o apartamento que vou morar, em Villaobispo, um pueblo que fica bem pertinho da Universidad).
Depois disso, almocei com ele e mais três garotas da Biología Celular, que
estão já no mestrado ou doutorado. Ao longo do dia conversei bastante, mas
nesta hora fiquei quase todo o tempo calado, pois com as três mulheres e o
Sérgio conversando não havia espaço para falar), falei só um pouco do que vim fazer.
Depois do almoço vim procurar no centro de León a Oficina de
Extranjería, acabei um pouco perdido, mas encontrei... Descobri que só abre
pela manhã (9h às 12h30) e por isso não tive muito que fazer. Depois fui comprar
umas frutas e pão (não comi fruta direito nos últimos dias...) e voltei para o
apartamento.
![]() |
| Voltando para o apartamento que é perto das antigas muralhas |
Me fazem muuuita falta o Brasil, as pessoas, a família, os amigos, o
namorado, o carinho de todos, os laços, mas estou tentando ao máximo me
adaptar. Tenho as vezes uma tristezinha de saudades, umas lágrimas de vez em
quando, quando penso nisso tudo, mas estou centrando minha mente no trabalho
que ainda vai começar... Tudo muito novo, diferente, nada como mexer nas bases
para aprender mais, muito mais.
Tenho um campo a ser marcado para conhecer as plantas e
galhas daqui, conhecer um colaborador, tudo isso ainda esta semana. Enfim, vale
a pena pensar que tudo está dando tão certo, e vai ser um ótimo trabalho.
Saudades, Brasil!

Querido amor de filho, tudo vai dar certo...aproveite essa nova etapa, vai ser muito grandiosa...também sinto muitas saudades...mas logo nos veremos! Um beijo enorme!!!! Madre.
ResponderExcluir